quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
2° SEMINÁRIO DE LEITURA, LETRAS UNEB
Acontece nesse dia 8, 9 e 10 de Dezembro o 2° Seminário de Leitura da UNEB, Campus IX. Veja a programação e participe.
8/12
16:00 - 19:30 CREDENCIAMENTO
20:00 PALSTRA
"O JOGO DA LEITURA OU A LITORA EM JOGO: REFLEXOS SBRE O ENSINO DA ARTE DE LER."
COM DORIS.
9/12
8:30 TA PREVISTO APRESENTAÇÃO DO BANCANDO LITERATURA, MAS NÓS VAMOS CORRIGIR PORQ EU VOU TÁ TRABALHANDO´.
8:45 PALESTRA
"A FORMAÇÃO DO PROFESSOR ALFABETIZADOR E OS DESAFIOS DO ALFABETIZAR LETRANDO".
10:00 -10:15 INTERVALO
10:15 - 12:00 COMUNICAÇÕES ORAIS.
14:00 - 18:00 OFICINAS: LEITURA, LITERATURA E ALFABETIZAÇÃO. E STAND DOS LITERNAUTAS
18:00 LANÇAMENTOS DE LIVROS
MOMENTO CULTURAL
10/12
8:30 TA PREVISTO APRESENTAÇÃO DO BANCANDO LITERATURA, MAS NÓS VAMOS CORRIGIR PORQ EU VOU TÁ TRABALHANDO´.
8:45 PALESTRA
"A LEITURA NA SALA DE AULA: DO LIVRO DIDÁTICO À HQ, ESTRATÉGIAS VARIADAS DE SEDUÇÃO DO LEITOR"
PROFª DRa. PATRICIA PINA.
10:00 -10:15 INTERVALO
10:15 - 12:00 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS.
14:00 - 18:00 OFICINAS: LEITURA, LITERATURA E ALFABETIZAÇÃO.
18:00 ENTRGA DOS CERTIFICADOS.
sábado, 27 de novembro de 2010
RETRATOS DE UM CIDADÃO COMUM, Crônica
É quase manhã, o sol nem sequer deu uma olhadinha no horizonte e mais uma vez levanto-me da cama com a sensação de que a noite precisaria ter pelo menos duas horas a mais. Numa expectativa de que esse saldo de tempo fosse suficiente para esquecer a rotina do dia anterior. Olho para o relógio, vejo que o tempo passa numa marcação ininterrupta, no relógio os ponteiros apontam para o dígito cinco em algarismo romano. O cinco em sua representação em “V” significa muito nessa hora, não só pela informação efêmera do tempo, afinal são 5:26 e tic-tac... Nesse diálogo cotidiano, entendo a representatividade simbólica do tempo nessa sociedade. Temos horas pra tudo, - é hora disso, hora daquilo, hora daquilo outro... Ora bolas, como viver assim?! Numa primeira olhada, ainda sonolento, entendo o que ele me diz: - Le”V”ante, “V”ista-se, “V”á e “V”ença mais esse dia. Sigo todas as ordens como um servo desse mesmo tempo.
Passo pelo espelho e nem me dou conta de uma excitação latente dos sonhos noturnos pouco aproveitados. Namoradas antigas vagam às vezes, sobre meus sonhos. Minha esposa ainda dorme. Vou direto ao banheiro. Lá, vejo uma projeção imaginária de como será o meu dia. No relógio vejo que o tempo é massacrante, já se passaram nove minutos, tic-tac...
O dia começa e mais uma vez, saio com destino ao trabalho. Na esquina próxima, espero o ônibus que raros são os momentos em que encontro um lugar para sentar. Em pé ou sentado é comum ouvir histórias de passageiros, histórias que iniciam e muitas vezes não terminam, pois é freqüente a entrada e saída de pessoas nos pontos espalhados pelo percurso.
Certa vez ouvi uma história de amor, onde uma mulher, havia se apaixonado por um garoto. No pequeno trajeto em que ouvi essa história, pude perceber pela entonação da voz e dos detalhes quentes narrados pela moça, o quanto o rapaz em questão tinha ganhado a admiração dela. Ingrid! Isso, acho que esse é o nome mencionado por sua interlocutora, que ouvia a conversa e prestava atenção nas descrições do rapaz da narrativa. Mesmo num ambiente coletivo, a garota continuava o papo. Muitos foram os momentos em que as pessoas olhavam para as duas num diálogo incessante e sem intimidação, Ingrid continuava sua descrição minuciosa. Nesse instante se via o um prazer estampado em sua face, só pelo simples compartilhamento de suas aventuras para a amiga.
No ônibus indo ao trabalho, já ouvi histórias de amor, brigas, fofocas e casos complexos. É uma audição quase que inevitável. Mesmo que não queira, ouvi histórias de vida de pessoas que nem conheço. Já ouvi casos que se iniciam e não terminavam; brigas que não se resolvem. O sobe e desce faz com que histórias não se concluam, vivo uma aflição constante porque me apego com os casos.
A cada dia, a cada semana no percurso de ida e volta que dura em torno de 30 minutos. Eu, personagem típico de uma cidade qualquer, tomo um ônibus repleto de histórias, onde os personagens sempre são os passageiros de uma vida coletiva.
Final da tarde, cansado de um dia inteiro de ligações a trabalho. Chego em casa e mais uma vez ouço para o tic-tac... A TV ligada minha esposa assiste ao telejornal, no ar uma reportagem de mais um caso de assassinato sem solução.
Deito, durmo... são 5:25 tic-tac...
JOANEY TANCREDO
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O SOM DA BAHIA, ARTIGO
Bota a mão na cabeça que vai começar... Assim, a música baiana perpetua mais um hit do verão passado e extrapola as divisas territoriais do maior estado nordestino, exportando a cultura do pagode, mais uma vez como um dos bens que se destacam sobre os demais valores da Bahia. Esse é um trecho da música Rebolation do grupo Parangolé, que desde o carnaval consagrou-se como uma das músicas mais tocadas no Brasil.
Com mais de 90 citações do termo baianinglês “Rebolation”, da música com o mesmo título, destacou -se desde então na mídia nacional. A música é uma mostra daquilo que a população vem consumindo na atualidade. Sem prazo de validade, a sensação do verão 2009 sustenta-se no topo das paradas de sucesso nas rádios do Brasil e atinge uma marca admirável na internet, com mais de 45 milhões de downloads da música, marca que já chegou ao livro dos recordes (Guiness Book) como uma das músicas mais tocadas no mundo.
Como tradição, o pagode da Bahia possui letras que extrapolam o uso do imperativo e somando-se a isso, abusa das expressões que denotam sensualidade-vulgar feminina, numa ordem que nenhuma garota de família ousaria obedecer. Bota a mão na cabeça que vai começar... mulheres na frente e os homens atrás, são algumas das construções na letra da canção que antecipam o já famigerado “Rebolation” do refrão.
Assim, através da musicalidade, a cultura baiana é conhecida, assim, a cultura musical é desvalorizada, e assim seguiremos, até que um novo hit baiano chegue nas paradas de sucesso, quem sabe no próximo verão. Ah, pra quem não sabe o grupo de pagode, sucesso em vendagens de discos na década de 1990 está de volta, “é o tchan”, voltou com a banda, a dupla fixa: Beto Jamaica e “cumpade Washington", e seu "ordinária "a cada vácuo da música.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
EDITORIAL, REESCRITA (COM CORRECAO E REDUCAO DE ESPACO)
MAIS UM DEGRAU
A cada semestre, os acadêmicos do curso de Comunicação Social da FASB alcançam mais um degrau na subida em busca da formação profissional
A revista tem como objetivo, ser uma referência para os acadêmicos, de modo que estes, sob supervisão dos professores/orientadores, são encarregados de produzir o conteúdo da mesma, numa tentativa de aproximar-se da realidade da profissão, a exemplo dos grandes jornais impressos como Folha de São Paulo, O Globo, Correio e muitos outros que historicamente registram o cotidiano da nação brasileira.
É importante salientar que o fazer jornalístico, mesmo que “experimental”, imprime responsabilidades reais para os acadêmicos, tendo em vista que esses, serão responsáveis por todo processo de construção das reportagens.
Sendo assim, o ciclo mais uma vez se fecha, e o futuro profissional das notícias aos poucos chega ao topo da escada profissional.